terça-feira, 15 de maio de 2012

Responsabilidade Técnica Veterinária: O ciclo e o destino

          As políticas setoriais passam por ciclos. A cada ciclo adquire ou perde energia e orienta seu caminho. Assim, se faz normalmente a história inclusive da humanidade e até o unverso.


        Aqueles que perderam a "carona" neste ciclo, ficaram fora da órbita gravitacional. Mas, a pergunta, o nosso ciclo de responsabilidade técnica está circulando numa inércia? Que deixar como está, vai melhorar ou piorar? Ou está bom como está? Não há que mudar?

       Entendo que este ciclo, mesmo que seja natural ela só se move e se mantém pela força da lei. A semelhança do ciclo da responsabilidade técnica só será mantida a sua energia por este imperativo (força da lei). Logo, a força que liga as partes neste sistema não se mantém por discurso, e se descola do circulo e se fragmenta no espaço. Ou se for algo independente como as empresas (econômica), acaba descobrindo que não precisa deste ciclo para se localizar neste espaço, e descobre um novo caminho. Ou o profissional, simplesmente pela sua força (técnica) conseguirá no "braço" segurar as partes neste ciclo? Ou a força (institucional) que tenta ser o guarda-chuva, tem demonstrado uma verdadeira representatividade neste ciclo?

        Mas, a quem interesse este ciclo sem lei? Logo, sem força? E até quando vai? Este ciclo está se arrastando no espaço e apenas sustentando pela força do discurso?

        Muitas perguntas para que este espaço ciclico possa responder. O silëncio é temeroso e as vezes humilhante (negligência).

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