sexta-feira, 9 de março de 2012

Fiscalização intensiva evitará novos focos

09/03 
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa, sigla em espanhol) concluíram que o aumento da fiscalização do trânsito e do comércio de animais é uma das melhores maneiras de coibir o contrabando e a propagação de doenças como a febre aftosa na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai.

A proposta de integrar o trabalho dos serviços veterinários, policiais e de inteligência dos dois países e de se criar um canal de troca de informações permanente foi discutida durante a reunião bilateral Brasil-Paraguai realizada ontem - e que prossegue hoje -, no Sindicato Rural de Ponta Porã.

“Com mais informações dos compradores e vendedores poderemos investigar possíveis infrações e estabelecer os processos cabíveis”, declara o diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA), Guilherme Marques.

Na opinião de Marques, iniciativas como essa, somadas às ações que vêm sendo realizadas pelos países, deverão reduzir as chances de ocorrência de novos focos da doença e ajudar o Paraguai a recuperar o status de livre de aftosa com vacinação futuramente. Segundo ele, o Brasil já investiu R$ 10 milhões com o deslocamento de fiscais federais agropecuários, diárias de colaboradores eventuais e manutenção das Forças Armadas na fronteira desde setembro do ano passado, quando foi notificado o primeiro foco no lado paraguaio.

Fonte citado por Correio do Estado

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